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Apresentação PROEX

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Caracterização da Extensão:

A Pró-Reitoria de Extensão tem como missão planejar, executar e acompanhar as políticas de extensão e extensão tecnológica, formulando diretrizes que promovam a sinergia entre os vários saberes e áreas de atuação da instituição, resguardando a indissociabilidade com o ensino e a pesquisa, bem como a socialização e a democratização do conhecimento à comunidade, garantindo uma relação dialógica e transformadora entre o IFPA e a sociedade em geral.

Extensão é a interface entre o Instituto Federal e a comunidade. Constitui-se como processo educativo, cultural, científico e político que, articulado de forma indissociável com o ensino e a pesquisa, viabiliza e media a relação dialógica e transformadora entre o IFPA e a Sociedade. 

Assim, a extensão é estratégia para a criação de redes de conhecimento, para a inclusão de atores sociais nas políticas institucionais, bem como para a própria inserção e o acompanhamento dos estudantes na comunidade de forma articulada com o mundo do trabalho.

 

Políticas de Extensão

No âmbito acadêmico, a extensão pode ser entendida como o meio pelo qual os conhecimentos produzidos, vividos e possibilitados na academia são repassados, mostrados e oferecidos à comunidade externa, que, dessa forma, pode também fazer uso dos saberes produzidos nos espaços educacionais, científicos e tecnológicos. Ela é, antes de tudo, a interação entre os diversos segmentos sociais e a comunidade acadêmica. Neste sentido, ressalta-se a importância da extensão como um relevante caminho que busca oportunizar ao aluno uma formação cidadã integral, proporcionando a ele subsídios para evidenciar que o tripé Ensino-Pesquisa-Extensão devem caminhar juntos e em harmonia.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), preocupado em garantir uma educação de qualidade e pautado nos objetivos propostos no plano de desenvolvimento Institucional (PDI 2014 -2018), têm trabalhado para que a extensão seja, cada vez, mais reconhecida e estruturada. Nessa perspectiva, uma das primeiras ações pensadas para fortalecer a extensão no IFPA, foi a elaboração das políticas extensionistas que marcam as diretrizes pelas quais devem ser pensadas essas políticas, além de tornar claro a toda comunidade acadêmica a dimensão, os conceitos e a relevância da extensão na instituição.

Até o momento, foram aprovadas 08 (oito) políticas institucionais voltadas às atividades de extensão, que buscam contribuir para a institucionalização plena da mesma. A primeira delas, a resolução nº 174/2017 tem por objetivo assentar os fundamentos, os princípios e as diretrizes para o desenvolvimento da extensão no IFPA, estabelecendo, em linhas gerais, objetivos, atividades e áreas de atuação da extensão.

 Além desta, que dá início às ações de fortalecimento da extensão na instituição, foram aprovadas as resoluções n° 174/2017; nº 175/2017; nº 327/2017; nº 328/2017; nº 397/2017; nº 398/2017;  nº 483/2017; e nº 509/2017. Tais resoluções tratam, respectivamente, da regulamentação das atividades de extensão, do centro de idiomas; da política de arte, cultura e desporto; da política institucional e do Programa de atendimento aos egressos (ProEgressos); da política de estágio; da política de curricularização da extensão no âmbito do IFPA; da política institucional e do Programa Rede de Observatório do Trabalho do IFPA; e dos Núcleos de Tecnologia Assistiva (NTA’s). Cabe ainda mencionar que, no que tange a construção de política extensionista em 2017, ainda está em construção a proposta de resolução para a criação de Empresas Juniores, além de outras áreas a serem priorizadas em 2018.

Diretrizes Gerais

As diretrizes gerais de extensão do Instituto Federal do Pará, apoiando-se na Política Nacional de Extensão (2012), visam ampliar as ações de educação em ciência, tecnologia e inovação no Estado, fortalecendo e integrando a tríade ensino-pesquisa-extensão, criando maiores oportunidades de formação e qualificação de capital humano, considerando as cadeias e arranjos produtivos locais, numa perspectiva de profissionalização para autogestão dos recursos de forma sustentável, com vistas à qualificação de mão de obra e inserção no mundo do trabalho, com geração de renda, resguardando o patrimônio tangível e intangível social e institucional e, ainda, gerando processos de inclusão e valorização dos saberes e diversidades locais. As diretrizes são divididas então em 5 (cinco) vertentes:

  1.  Interdisciplinaridade: as ações de Extensão propiciam a realização de atividades acadêmicas de caráter interdisciplinar, a integração de áreas distintas do conhecimento e a possibilidade de construção de uma nova forma de fazer ciência.

  2.  Articulação entre as atividades de Extensão, Ensino e Pesquisa: o princípio da interdisciplinaridade caminha para a perspectiva da interlocução e integração das atividades de ensino, pesquisa e Extensão no fazer acadêmico. A relação entre o ensino e a extensão conduz a mudanças no processo pedagógico, numa relação em que alunos e professores se constituem em sujeitos do ato de aprender. Por outro lado, a extensão possibilita a democratização do saber científico e tecnológico, num movimento de mão dupla de difusão do que é produzido sistematicamente e a sua retomada por meio da ressignificação e reelaboração desenvolvida pelos atores sociais. Essa relação entre a pesquisa, o ensino, a produção de conhecimentos e a extensão é dinâmica e contribui para a transformação da sociedade num processo de incorporação de novos modos de vida e de uso de tecnologias, capazes de operacionalizar efetivamente a relação entre teoria e prática.

  3.  Relação dialógica entre o Instituto e a sociedade: a interação entre teoria e prática potencializa a articulação entre os saberes sistematizados, acadêmicos e populares. Essa interação abre canais para a produção de novos conhecimentos resultantes do encontro do Instituto com o cotidiano das comunidades e pela efetiva participação dos setores sociais no reconhecimento e na compreensão do desafio da produção acadêmica.

  4.  Relação social de impacto: as atividades de extensão conferem relevância às ações voltadas para os interesses e necessidades da maioria da população, aliada aos movimentos de superação de desigualdades e de exclusão social. Nesse contexto, busca-se articular programas capazes de focalizar o desenvolvimento regional e o fortalecimento de políticas públicas de amplo espectro. Dessa forma, as ações são realizadas em conjunto com a sociedade, rejeitando uma prática assistencialista em que as ações são ofertadas às pessoas, sem uma análise efetiva de suas demandas e necessidades.

  5.   Impacto e transformação: estabelecimento de uma relação entre o Instituto e outros setores da Sociedade, com vistas a uma atuação transformadora, voltada para os interesses e necessidades da maioria da população e implementadora de desenvolvimento regional e de políticas públicas. Essa diretriz consolida a orientação para cada ação da extensão frente à complexidade e a diversidade da realidade, sendo necessário eleger as questões mais prioritárias, com abrangência suficiente para uma atuação que colabore efetivamente para a mudança social. 

Áreas temáticas da extensão

A denominação de áreas temáticas e respectivas definições se dá conforme classificação determinada pelo Fórum de Extensão da Rede Federal de Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica – FORPROEXT.

Todas as ações de extensão deverão ser classificadas segundo a área temática. Como grande número delas podem ser relacionadas a mais de uma área, devem ser classificadas em área temática principal e, opcionalmente, em área temática secundária. A classificação por área deve observar o objeto ou assunto que é enfocado na ação.

A finalidade da classificação é a sistematização, de maneira a favorecer os estudos e relatórios sobre a produção da Extensão da Rede Federal, segundo agrupamentos temáticos, bem como a articulação de indivíduos ou grupos que atuam na mesma área temática.

As áreas temáticas das ações de extensão no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia São:

  1. Comunicação;

  2. Cultura;

  3. Direitos Humanos e Justiça;

  4. Educação, Formação de professores e Educação profissional;

  5. Meio Ambiente;

  6. Saúde;

  7. Tecnologia e Produção; e

  8. Trabalho.

Além dos grandes esforços voltados à elaboração e aprovação de políticas que institucionalizam, apontam as diretrizes e normatizam as ações extensionistas, a PROEX têm fomentado, principalmente a partir de 2012, as atividades de extensão nos campi por meio do Programa Institucional de Auxílio às atividades de Extensão (PROEXTENSÃO), que tem por objetivo fazer com que haja o fortalecimento da educação por intermédio de atividades interdisciplinares em diferentes áreas de atuação, sempre buscando a integração do tripé ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, a PROEX, cada vez mais, concentra seus esforços na busca pela educação de qualidade e formação tecnológica, profissional e cidadã de sua comunidade acadêmica.

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